texto9.htm
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"É justamente essa coalização de um poder sem moral com uma moral sem poder que constitui a maior crise de nosso tempo." Luther King |
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"Generalizando Voltaire" |
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Metafísica da Consciência Índice: Metafísica da Consciência Ω Rascunho do Livro I - Deus é Energia Consciente Ω Rascunho do Livro II - Teoria da Consciência e Liberdade Ω A consciência totalitária Ω Consciência, Liberdade e Política Ω Consciência, Liberdade e Direito Natural Ω A doxa, a consciência e a internet Ω Eichmann, Hitler e São Francisco Ω Mentiras totalitárias, mídia e propaganda ΩA banalidade do mal e o Direito Penal do Inimigo Os links acima abrirão dentro da moldura abaixo. |
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"O Poder das
Idéias" (Isaiah Berlin -- Quatro Ensaios sobre a Liberdade) |
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Palavras e obras - Percepções e realidades - Dominação e Controle Cuidado !!! Eles querem dominar a sua consciência e, dessa forma, cegar os seus olhos, controlar a sua liberdade e fabricar o seu consentimento... Neste site falo de temas, assuntos e idéias que contrariam o Estado Democrático da Corrupção e os poderosos que parasitam e desviam, para benefício próprio, o poder que emana do povo. Plantaram e camuflaram o mal dentro das sociedades atuais. Mal que atua em conluio no meio dos homens, alinhando interesses e ações que visam explorar, oprimir e excluir os mais fracos. Revelar a essência desse mal é a finalidade deste site. Logo, este sítio sofre constantes filtragens, principalmente nos sistemas de buscas. Querem esconder a verdade, impedindo que as pessoas leiam, falem, discutam ou mostrem as mentiras e as más intenções escondidas nas ações que praticam. Usam o dinheiro para corromper consciências, para desviar as atenções, para confundir o justo, afastar a verdade, a ética, a justiça e a retidão. Dessa forma tentam perpetuar a exploração, a opressão e a exclusão. Leonildo Correa -- Instituto OCW Br@sil. |
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"Não há
calibre capaz de matar uma idéia." |
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Futuro no presente O futuro está aqui. Você pode não acreditar, mas está. Em outras palavras, o futuro está dentro do presente. Contudo, ele está fragmentado, despedaçado, dividido em milhões de pedaços. Por isso não conseguimos vê-lo completamente. Vemos apenas árvores, mas não vemos a grande floresta. Vemos apenas pedaços de futuro no presente, mas está tudo aqui. Os tiranos de amanhã ainda estão sendo amamentados ou estão na escola. O Estado totalitário ainda está sendo projetado. O controle de pensamento e de pensadores ainda está em discussão. Os novos métodos de extermínio ainda estão em fase de teste nos laboratórios da ciência. As normas que legitimam extermínios ainda estão passando pelos legislativos e pelas cortes do judiciário. A moda no futuro será o extermínio de pessoas embrionárias... Não só o extermínio, mas o uso de embriões humanos em testes e experiências científicas, inclusive, misturando embriões humanos com embriões de outros seres, etc. O futuro que se concretizará, o amanhã, depende de como os pedaços de futuro no presente se juntam e se ligam, ou seja, o cenário e os fatos de amanhã estão sendo montados/construídos hoje. A essência desta observação é que você pode interferir no resultado. Nós podemos interferir no resultado, induzindo variáveis e projetando os cenários que queremos viver amanhã. Para isto, precisamos detectar e aproximar pedaços de futuro no presente. Precisamos catalisar uma ligação entre estes pedaços ou então impedir que certos pedaços se juntem. Dessa forma, determinamos a formação do futuro que desejamos viver ou que desejamos para as próximas gerações. Enfim, temos poder para construir o futuro que quisermos. (Leonildo Correa - OCW Br@sil) |
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Carta aos Brasileiros
Neste
preciso momento histórico, reassume extraordinária importância a
verificação de um fato cósmico.
Até o
advento do Homem no Universo, a evolução era simples mudança na
organização física dos seres. Com o surgimento do Homem, a evolução
passou a ser, também, um movimento da consciência.
Seja-nos permitido insistir num truísmo: a evolução do homem é a
evolução de sua consciência; e a evolução da consciência é a
evolução da cultura.
A nossa tese é a de que o homem se aperfeiçoa à medida que incorpora
valores morais ao seu patrimônio espiritual. Sustentamos que os
Estados somente progridem, somente se aprimoram, quando tendem a
satisfazer ansiedades do coração humano, assegurando a fruição de
valores espirituais, de que a importância da vida individual
depende. (Prof.
Goffredo Telles -- Carta aos Brasileiros) |
"E melhor tentar e falhar que se preocupar e ver a vida passar. É melhor tentar, ainda que em vão, que sentar e não fazer nada até o final. Prefiro caminhar na chuva, que em dias tristes esconder-me em casa. Prefiro ser feliz, embora louco, que viver conformado." (Martin Luther King)
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Revista em quadrinhos do Henfil
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Porcos e caviar
Inegavelmente, a engorda de porcos para venda
é um bom negócio. É um negócio bem lucrativo. Então, de repente,
para engordar os porcos, os criadores resolvem, ao invés de usar
ração comum, alimentar os bichos com caviar. Porcos de engorda
alimentados com caviar.
Uma absurdo, dirão capitalistas.... Uma estupidez, dirão os demais.
E eu digo: é exatamente isto que está sendo feito na Amazônia.
Derrubar a floresta para plantar monocultura é engordar porcos com
caviar. Derrubar a floresta para montar plantation, monocultura de
soja, gado ou cana, além de ser uma estupidez, é a expansão do
latifúndio no Brasil, das desigualdades sociais e do conflito pela
terra. |
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"A
indiferença" |
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Os negros são uma maioria supérflua e descartável. Você sabe
o que os grupos dominantes fazem com pessoas supérfluas e
descartáveis ?
Seres humanos supérfluos e descartáveis como uma sacola plástico de supermercado. |
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O sistema vigente é nosso inimigo. Mas, quando estamos dentro dele, o que vemos ? Homens de negócio, professores, advogados, marceneiros, etc. Vemos e interagimos com as mesmas pessoas que queremos salvar. Contudo, antes de salvá-las, essas pessoas fazem parte do sistema e isso faz delas nossas inimigas. Você precisa entender que a maior parte dessas pessoas não estão prontas para acordar. E muitos estão tão inertes, tão dependentes do sistema que irão lutar ferozmente para protegê-lo. (Adaptado do Filme Matrix) |
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Isto é resultado da opressão, da exclusão e das desigualdades. Isto tem um culpado e ele está entre nós. Temos que pegá-lo e puni-lo.
Podemos falar em Direitos Humanos em um mundo onde existem pessoas que ainda lutam por direitos de animais ? |
Um negro morto diante de uma criança negra. Isto é o Brasil. |
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"A natureza humana é imutável. Mesmo na ausência de todo ensinamento e na presença da doutrinação esmagadora, um anseio de liberdade e verdade sempre surgirá do coração e da mente do homem." (Hannah Arendt) |
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Hannah Arendt e a banalidade do mal Introdução ΩO mal radical como ponto de partida Ω A novidade totalitária Ω A banalidade do mal: uma invenção contemporânea Ω O vazio de pensamento Ω Eichmann em Jerusalém - Pós-escritos - Hannah Arendt Ω Outros textos Ω O que significa banalidade do malOs links acima abrirão dentro da moldura abaixo. |
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Negros e Pobres: As pessoas e os grupos que nos dominam, oprimem, exploram, excluem e perseguem estão cercadas por nós. Nós Cuidamos de suas casas. Cuidamos de seus filhos. Fazemos suas refeições. Levamos o seu lixo. Fazemos as suas chamadas. Dirigimos seus carros e ambulâncias. Protegemos suas vidas enquanto dormem, etc... Além disso, nós somos a maioria. Precisamos nos organizar, montar pequenos grupos, e usar esta vantagem a nosso favor. Usar esta vantagem para fazermos a revolução. |
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Em todos os cantos do Brasil, cada negro precisa entender e repetir para os demais: 1- Somente unidos podemos destruir a dominação e a opressão que foi criada pelos brancos; 2- Precisamos construir a resistência, uma Palmares, em cada favela, em cada periferia; 3- Cada negro deve ser um Zumbi dos Palmares, deve lutar por seu povo como Zumbi lutou; 4- As lideranças negras que pregam a resignação, toleram e pactuam com o mal, devem ser derrubadas e banidas, pois são inimigos dos negros, vendem seus irmãos por 30 moedas.
Esta é uma crença nascida na dor.
Não na política.(Filme: Minority Report). |
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O Povo não deve ter medo do governo. O governo é que deve ter medo do Povo. |
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(...) Mas o que ocorreria ao mundo se cada um de nós pudesse
exercer, sem censura ou medo, as suas pulsões de vingança, por mais
cruéis que elas fossem? Regrediríamos, certamente, ao que os
filósofos chamam de "estado de natureza", o suposto estágio que
antecede o início deste em que vivemos, e que os filósofos apreciam
chamar de "contrato social". Um contrato de cláusulas leoninas,
segundo as quais a imensa maioria deve servir e apodrecer na
miséria, na fome e na doença, enquanto uma minoria legisla e governa
em causa própria, além, é claro, de enriquecer. E denominamos esse
estado de absoluta discrepância de poderes com um outro adorável
eufemismo: "democracia". Uma palavra que de tão falsa chega a me
provocar pruridos anais...
As regras, como vemos, são
muito simples: eu te exploro e você me agradece (ou, como é o
costume, finge agradecer). Se, por alguma incontrolável razão,
você decidir se vingar... bem... para isso existem as prisões e
os hospícios.
(...) E a história não nos
desampara neste momento: compulsemos os melhores tratados e
veremos que a verdade só triunfa quando escolhe, como aliada, a
violência. Os servos só deixaram de ser espoliados quando
encostaram a faca na garganta dos seus opressores. Da mesma
forma, certamente também nós guardamos a lembrança dos poucos
momentos em que ousamos erguer a cabeça e nos revoltamos.
Aqueles minutos de prazer, semelhantes em tudo a uma deliciosa
sucessão de orgasmos, foram os únicos em que ousamos ser
verdadeiros, e são eles, hoje, que nos salvam do completo
embotamento.
(Konstantin Gravos -
Texto Completo).
Inovação da ditadura militar: não se pode abrir um
processo-crime por homicídio sem a apresentação do corpo delito
(cadáver)... Nos desaparecimentos não existe cadáver...
"Ficar preso ao segredo significa ter o dever de não revelá-lo; o
dever de não revelá-lo implica o dever de mentir." |
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"Dizem que
nós subvertemos a ordem" Frederico R. Estermann e Emílio Gonzalez - História - Jornal do C.A. Visconde de Cairu da FEA-USP. (Outras reflexões) |
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"Ser genial é
poder perceber as conectividades da vida
e conectar o não conectado. É poder fazer justaposições e
ver relações onde outros não vêem nada. É gostar das avenidas
imprevistas de pensamentos e de virar novas esquinas."(X
Files)
"A natureza é farta de rochas, mas
escassa de diamantes. E o tempo torna pó o que era rocha. O sr. é,
como eu, um diamante cujo brilho ofusca a mediocridade das massas,
cuja rigidez despedaça todas as barreiras da existência."
O valor de um
pensamento não é o quanto ele é lógico, mas sim o quanto ele
representa a realidade.
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A tradição é importante. É democrática quando desempenha a sua função natural de prover a nova geração com um conhecimento das boas e más experiências do passado, isto é, a sua função de capacitá-la a aprender às custas dos erros passados a fim de os não repetir. A tradição torna-se a ruína da democracia quando nega à geração mais nova a possibilidade de escolha; quando tenta ditar o que deve ser encarado como 'bom' e como 'mau' sob novas condições de vida. Os tradicionalistas fácil e prontamente se esquecem de que perderam a capacidade de decidir o que não é tradição. Por exemplo, o aperfeiçoamento do microscópio não foi conseguido pela destruição do primeiro modelo: o aperfeiçoamento foi realizado com a preservação e o desenvolvimento do modelo primitivo a par com um estágio mais avançado do conhecimento humano. Um microscópio do tempo de Pasteur não capacita o pesquisador moderno a estudar uma virose. Suponha agora que o microscópio de Pasteur tivesse o poder e o descaramento de vetar o microscópio eletrônico. Os jovens não sentiriam nenhuma hostilidade para com a tradição, não teriam na verdade senão respeito por ela se, sem se arriscar, pudessem dizer: '_ Isto nós o tomaremos de vocês porque é convincente, é justo, diz respeito também à nossa época e é passível de desenvolvimento. Aquilo, entretanto, não podemos aceitar. Era útil e verdadeiro para o seu tempo - seria inútil para nós.' E esses jovens deveriam preparar-se para ouvir dos seus filhos as mesmas palavras. (Outras reflexões) - Wilhelm Reich |
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Um Meio ou uma Desculpa Roberto Shinyashiki Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho, sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes. Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo. Se quiser um casamento gratificante, terá que investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo. O sucesso é construído à noite! Durante o dia você faz o que todos fazem. Mas, para obter um resultado diferente da maioria, você tem que ser especial. Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados. Não se compare à maioria, pois, infelizmente ela não é modelo de sucesso. Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chope com batatas fritas. Terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da televisão. Terá de trabalhar enquanto os outros tomam sol à beira da piscina. A realização de um sonho depende de dedicação, há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica, mas toda mágica é ilusão, e a ilusão não tira ninguém de onde está, em verdade a ilusão é combustível dos perdedores pois... Quem quer fazer alguma coisa, encontra um MEIO. Quem não quer fazer nada, encontra uma DESCULPA. Texto enviado por Diogo Kawano |
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"Uma
sociedade de banalidades e indiferença" |
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◊19 Bilhões de dólares por ano acabariam com a fome no mundo.
◊O mundo gasta 18 Bilhões de dólares por ano com maquiagem.
◊10 Bilhões de dólares anuais proveria água de qualidade p/ todos.
◊O mundo gasta 15 Bilhões de dólares por ano em perfumes. |
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Nada é impossível de mudar Berthold Brecht
Desconfiai do mais trivial, |
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Pensando sobre a indiferença, a falta de ação e de resistência dos negros diante da dominação, opressão, exclusão e exploração, eu começo a ver evidências de que estamos diante de uma massa de pessoas atomizadas. De acordo com Hannah Arendt: " As massas não se unem pela consciência de um interesse comum e falta-lhes aquela específica articulação de classes que se expressa em objetivos determinados, limitados e atingíveis. O termo massa só se aplica quando lidamos com pessoas que, simplesmente devido ao seu número, ou à sua indiferença, ou a uma mistura de ambos, não se podem integrar numa organização profissional ou sindicato de trabalhadores. Potencialmente, as massas existem em qualquer país e constituem a maioria das pessoas neutras e politicamente indiferentes, que nunca se filiam a um partido e raramente exercem o poder de voto." (Origens do Totalitarismo).É preciso analisar detalhadamente esta percepção !!! |
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Arquivo de materiais p/ concursos, exame da OAB, idiomas, livros, etc - Autoritarismo
- Revolucionários HighTec Trabalhos, textos e artigos de Leonildo Correa
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Relatório Lugano
Mas a “solução” não poderia significar uma reabilitação de
sistemas genocidas como o Holocausto, pois como dizem os
especialistas do Relatório: “O modelo de Auschwitz é o contrário do
que precisamos para atingir o objetivo. A seleção das
"vítimas" não deve ser responsabilidade de ninguém, senão das
próprias "vítimas". Elas selecionarão a si mesmas a partir de
critérios de incompetência, de inaptidão, de pobreza, de ignorância,
de preguiça, de criminalidade, e assim por diante; numa palavra,
elas encontrar-se-ão no grupo dos perdedores.
Perigos
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Controle
-- Impacto
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Conclusões
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Metas
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Pilares
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A
conquista e a guerra --
A fome
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Prevenção
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A peste
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Quebra-cabeças
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In fine...
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Como se cria um Paradigma Dival G. Costa Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro puseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jato de água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros agrediam-no. Passado mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas. Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que o substituto fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras o novo integrante do grupo não mais subia a escada. Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, da surra ao novato. Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o fato. Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído. Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse chegar às bananas. Criou-se, então, um Reflexo condicionado (Pavlov). Se fosse possível perguntar a algum deles por que batiam em quem tentasse subir a escada, certamente a resposta seria: Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui. Texto enviado por Paulo Leonardo |
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Descriminalização das drogas |
Notícias de uma Guerra Particular (Todos os vídeos no You Tube - Parte 1 - Parte 2 - Pontos Essenciais) - A Descriminalização das drogas - Drogas e Violência
Toda lei tem seus infratores, todo território suas margens, todo governo pressupõe desgoverno e desgovernados. As sociedades instintivamente têm sido sábias, levando em conta esses fatos da vida e ás vezes agindo em função deles. O que quer que seja estranho e desordenador é marginalizado como sendo monstruoso; no entanto, o teatro da vida também distribui papéis aos seus desajustados, avoados e malévolos, mesmo que apenas os de pessoas que a sociedade gosta de odiar. Como enfatizou mais que ninguém HANS MAYER, em seu livro OUTSIDERS (Marginais), a diferença inspira ameaça porque confere poder, e aqueles que a sociedade designa como marginais são muitas vezes mantidos à margem justamente porque, no momento certo, a presença deles será necessária no palco. (Outras reflexões) -- Roy Porter |
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Obstáculos à democratização dos saberes Marcio Pochmann -- Agência Carta Maior -29/01/05Avanço da democracia de massa requer a constituição de uma nova forma de disponibilização do conhecimento. (...) Em certa medida e guardada a devida proporção, assiste-se hoje ao curso de uma tentativa organizada de ruptura à apropriação monopólica do conhecimento, talvez somente comparável ao que aconteceu durante a idade média. Naquela época, por exemplo, os monastérios funcionavam como verdadeiras ilhas do conhecimento existente. Eram verdadeiros monopólios dos saberes até então existentes, com os escribas dominando o alfabeto e controlando privadamente as escrituras. O sistema operativo da produção de tecnologia utilizada e a formação da mão-de-obra especializada eram propriedades não disponibilizadas livremente ao conjunto da população. Com toda essa centralização do sistema operativo, os monastérios eram centros de riqueza e fartura que se contrapunham à escassez e pobreza do conjunto da população.O livro "O nome da Rosa" de Humberto Eco é bem emblemático do que representou, num certo momento histórico, o poder econômico e político concentrado pela apropriação não pública do conhecimento. Em outros termos, o uso não democrático do conhecimento e da informação representou a composição e a prática do exercício do poder econômico e político vigente na época. Somente com o aparecimento dos Estados nacionais e a proliferação das organizações populares é que se tornou viável o abandono da escrita e do conhecimento situado no estágio privado e comercial da apropriação e uso dos saberes. Um dos componentes estratégicos do avanço da democracia de massa em pleno século 20 passou fundamentalmente pela constituição de uma nova forma de disponibilização do conhecimento. De um lado, houve uma certa socialização do conhecimento básico por intermédio das escolas públicas, que contaram não apenas com financiamento público, mas com diversos softwares produzidos na organização e sistematização dos saberes viabilizados por políticas públicas nacionais, entre elas as industriais. De outro lado, a regulação pública das economias nacionais a partir do segundo pós-guerra possibilitou o contingenciamento da concorrência oligopólica entre os grandes grupos econômicos na produção e difusão tecnológica. Nesse sentido, a mercantilização dos saberes e dos chamados bens culturais se generalizou, tendo muitas vezes a moeda como condição de acesso. A democratização do conhecimento e a socialização dos saberes estão em jogo. Sua viabilização é possível, porém depende fundamentalmente da resolução dos seus obstáculos pendentes aos interesses econômicos e políticos associados às velhas formas de produção e controle do século passado. |
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Projeto OCW-USP foi sabotado:
O Projeto OCW-USP foi
sabotado por alguns Professores, Diretores, Pró-reitores e
pela Reitora da USP. Era um projeto inteligente e importante
para a coletividade e para a maioria da população. Mas era
um projeto que tinha um problema: foi elaborado por alunos. |